Espaço maker em escola do Cachoeira destaca ensino prático e inovador

Espaço maker em escola do Cachoeira destaca ensino prático e inovador

Estimular a criatividade e incentivar os estudantes a colocarem seus conhecimentos em prática para resolver desafios. A Escola Municipal Romário Martins, no Cachoeira, apostou na reformulação de espaços para fazer isso acontecer e criou um ambiente que estimula os curitibinhas a desenvolverem projetos inovadores e colocarem a mão na massa para aprender.

Aproveitando as ferramentas que já existiam na unidade e unindo-as à uma nova metodologia de ensino, baseada na aprendizagem criativa, um espaço maker foi criado e reúne tecnologia, diversão e aprendizado sob um mesmo teto.

A proposta de reaproveitar os laboratórios de informática e outros espaços das escolas da rede municipal foi apresentada às unidades pela Secretaria Municipal da Educação em agosto. Na Romário Martins a ideia foi colocada em prática rapidamente.

Netbooks, televisões, livros e materiais como lápis-de-cor e massinha fazem parte do ambiente, organizado para estimular o protagonismo dos alunos. A diretora da escola, Patrícia Adriana Borges, destaca o potencial do espaço no processo educativo.

“É uma forma de propor um olhar diferenciado. Os alunos se envolvem mais, essa interatividade ajuda a aplicar o conhecimento que eles conquistam em sala de aula. É um espaço atraente para as crianças”, comenta a professora Patrícia.

A prática leva à perfeição  

Um dos projetos desenvolvidos pelos alunos do 5º ano foi de robótica. As crianças desenvolveram o protótipo de um carrinho e aprenderam noções básicas de programação. O carrinho tem movimentos que são acionados por comando.

“A professora conversou com eles sobre algumas questões de acessibilidade e usou o carrinho para ilustrar o uso de uma cadeira de rodas”, relata a diretora, Patrícia Adriana Borges.

Para os estudantes, o espaço maker estimula novos aprendizados. Carlos Daniel Silva dos Santos, 10 anos, comenta que o ambiente o ajuda a aprender ao mesmo tempo em que se diverte.

“Quando vamos para a sala a professora faz apresentações diferentes, usa os computadores e a gente interage mais. É muito mais legal”, conta o estudante, Carlos Daniel Silva dos Santos.

Em outra das atividades desenvolvidas no espaço, a professora Any Faigle Soares estimulou os alunos a construírem maquetes dos relevos brasileiros. Para ela, o espaço mudou a dinâmica das aulas na escola.

“É um lugar para lidar com outras áreas do conhecimento. Vídeos, jogos e aplicações práticas estimulam eles a se interessarem mais pelo que estão aprendendo. É muito bom ver eles botando a mão na massa e se divertindo com isso”, comenta a professora.

Espaço Maker da Escola Romario Martins, local aonde alunos da escola desenvolvem projetos com a orientação dos professores. Na imagem professora Any Faigle Soares orienta os alunos. – Curitiba, 07/10/2019 – Foto: Daniel Castellano / SMCS

Moisés

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