{"id":8404,"date":"2022-07-12T20:47:26","date_gmt":"2022-07-12T23:47:26","guid":{"rendered":"https:\/\/gazetadoabranches.com\/?p=8404"},"modified":"2022-07-12T20:47:26","modified_gmt":"2022-07-12T23:47:26","slug":"familia-weigert-parte-i","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/gazetadoabranches.com\/index.php\/2022\/07\/12\/familia-weigert-parte-i\/","title":{"rendered":"FAM\u00cdLIA WEIGERT &#8211; PARTE I"},"content":{"rendered":"<p>O antigo moinho da fam\u00edlia Weigert, constru\u00eddo aproximadamente em 1890, est\u00e1 localizado \u00e0s margens do Rio Barigui na divisa dos munic\u00edpios de Curitiba e Almirante Tamandar\u00e9 e durante muito tempo foi procurado por aqueles que precisavam de farinha de milho. Hoje, esta imponente edifica\u00e7\u00e3o, n\u00e3o desempenha mais sua fun\u00e7\u00e3o original, mas continua compondo um cen\u00e1rio hist\u00f3rico, em conjunto com as demais constru\u00e7\u00f5es, em contato direto com a paisagem natural.<\/p>\n<p>Em 1818 vieram fam\u00edlias alem\u00e3s para Ilh\u00e9us, na Bahia, e em 1919, su\u00ed\u00e7os e alem\u00e3es a Nova Friburgo, prov\u00edncia do Rio de Janeiro (WANKE, 1993, p. 17). Depois de declarada a independ\u00eancia do Brasil em 1822, o interesse do Governo Imperial pela imigra\u00e7\u00e3o, especialmente a germ\u00e2nica, prosseguiu alta, possivelmente devido ao casamento de D. Pedro I com a arquiduquesa da \u00c1ustria, Maria Leopoldina Josefa Carolina de Hamburgo. Ap\u00f3s esta uni\u00e3o matrimonial teve in\u00edcio um longo per\u00edodo de imigra\u00e7\u00e3o desde o come\u00e7o do s\u00e9culo XIX at\u00e9, praticamente, a primeira metade do s\u00e9culo XX. Em 1824 foram instalados os primeiros alem\u00e3es em S\u00e3o Leopoldo, no Rio Grande do Sul, cujo nome foi dado em homenagem \u00e0 imperatriz Leopoldina.<\/p>\n<p>Em solo paranaense, Hans Staden foi o primeiro alem\u00e3o, em 1548, a passar no porto da barra de Superagui. Nesta regi\u00e3o foi estabelecida, em 1852, pela Uni\u00e3o Colonial, a coloniza\u00e7\u00e3o alem\u00e3 de Serra Negra (FUGMANN, 1929, p.11). Desde 1859 h\u00e1 registros em Assungui (PROSSER, 2004, p.38), n\u00facleo formado por remigrados de Santa Catarina, tendo como diretor da col\u00f4nia Karl Gottlieb Wieland e acabaram se transferindo para Curitiba.<\/p>\n<p>A partir dos anos 1870 vieram para a Am\u00e9rica a maioria dos alem\u00e3es que procuravam uma situa\u00e7\u00e3o melhor de vida, sejam plantadores, artes\u00e3os ou comerciantes (FUGMANN, 1929, p.17). Em 1872, segundo registros hist\u00f3ricos, a presen\u00e7a de alem\u00e3es no n\u00facleo urbano j\u00e1 era not\u00e1vel. Eles iniciaram o processo de industrializa\u00e7\u00e3o, metalurgia e gr\u00e1fica, incrementaram o com\u00e9rcio, introduziram modifica\u00e7\u00f5es na arquitetura e disseminaram h\u00e1bitos alimentares. Difundiram tamb\u00e9m a no\u00e7\u00e3o de associativismo. No almanaque de 1877, de Jos\u00e9 Ferreira de Barros, encontram-se muitos nomes de emigrados cujo idioma era o alem\u00e3o, bem como suas profiss\u00f5es e posi\u00e7\u00f5es no Paran\u00e1. Entre eles, na regi\u00e3o de Curitiba e arredores, constam os chamados engenhos de serra, serralherias instaladas \u00e0s margens dos rios, utilizando a for\u00e7a da \u00e1gua como propulsora dos equipamentos de corte da madeira, dentre os quais um propriet\u00e1rio de nome <strong><u>Guilherme Weigert.<\/u><\/strong> Constam outros homens de mesmo sobrenome, com as respectivas profiss\u00f5es: Jos\u00e9, f\u00e1brica de cerveja; Fernando, moinho; Carlos Heinrich, Carlos e Germano, a\u00e7ougues.<\/p>\n<p>Os motivos que trouxeram as fam\u00edlias alem\u00e3s ao Brasil v\u00e3o al\u00e9m de promessas de uma vida melhor, possu\u00edam tamb\u00e9m raz\u00f5es pol\u00edticas somadas aos fatores econ\u00f4micos. Apesar de serem camponeses de origem, grande parte dos imigrantes j\u00e1 haviam deixado o campo em seu pa\u00eds, passando a desenvolver of\u00edcios citadinos, se inscrevendo como agricultores para conseguir migrar. Em solo nacional, tornavam-se homens trabalhadores e disciplinados, determinados a contribuir para o progresso econ\u00f4mico e constituir uma nova vida a partir de um novo formato de Estado.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>A FAM\u00cdLIA WEIGERT<\/strong><\/p>\n<p>O sobrenome Weigert \u00e9 composto de dois elementos que derivam do Antigo Alto Alem\u00e3o: \u201cweig\u201d que baseia-se no termo \u201cwigen\u201d que significa lutar, batalha\u201d e \u201cert\u201d que adv\u00e9m de \u201chart\u201d e representa o forte, bravo. Algumas variantes encontradas s\u00e3o Weichert e Weikert.<\/p>\n<p>A origem desta fam\u00edlia \u00e9 a Sil\u00e9sia, importante regi\u00e3o econ\u00f4mica, cuja capital hoje \u00e9 Breslau (Wroclaw) e pertence \u00e0 Pol\u00f4nia. Fez parte da Pr\u00fassia durante o Sacro Imp\u00e9rio Romano de Na\u00e7\u00e3o Germ\u00e2nica, no reinado de Frederico, o Grande (1740\u20131786). Na guerra dos sete anos, de 1756 at\u00e9 1763, a \u00c1ustria pretendia recuperar esta prov\u00edncia, mas acabou derrotada pelos prussianos em 1757. Ap\u00f3s os acordos de paz em 1763, a regi\u00e3o foi devolvida \u00e0 Sax\u00f4nia, mantendo uma popula\u00e7\u00e3o predominantemente de l\u00edngua alem\u00e3 at\u00e9 o s\u00e9culo XX.<\/p>\n<p>Conforme os registros hist\u00f3ricos, foi da regi\u00e3o de Breslau que partiram quatro irm\u00e3os de sobrenome Weigert rumo ao Brasil (WANKE, 1993, p. 103). O primeiro deles, Ferdinand, moleiro e depois a\u00e7ougueiro, nascido em 1831 emigrou para Curitiba via Col\u00f4nia Dona Francisca em 1869. Casou-se com Augusta Wisma e teve seis filhos, e numerosa descend\u00eancia, falecendo em 1902. No almanaque de 1877, de Jos\u00e9 Ferreira de Barros, consta o seu moinho na regi\u00e3o do Rocio.<\/p>\n<p>O segundo irm\u00e3o a migrar foi Wilhelm (Guilherme) Weigert, em 1870, cujo nome consta no mesmo almanaque como propriet\u00e1rio de um engenho de serra. \u00c9 dos seus descendentes o moinho de milho instalado \u00e0s margens do rio Barigui. O poss\u00edvel terceiro irm\u00e3o a se instalar em Curitiba foi Carlos Weigert, Deputado Estadual em 1891 (NICOLAS, 1964), morador do Umbar\u00e1, cuja partilha amig\u00e1vel de sua propriedade, realizada em 1892, consta no Arquivo P\u00fablico do Paran\u00e1. Era pai de Carlos, Jo\u00e3o Albino Frederico, Fernando e Guilherme, conforme informa\u00e7\u00f5es do Peri\u00f3dico A Rep\u00fablica de 1898 e 1892. O quarto e \u00faltimo irm\u00e3o foi Hermann (Germano) Weigert, nascido em 1841, casado com Anna Pauline H\u00e4nzel. Veio sozinho ao Brasil em 1879, contratado pela Compagniedes Chemins de Fer Br\u00e8siliens, para trabalhar na constru\u00e7\u00e3o das estradas de ferro no Paran\u00e1. Ap\u00f3s um ano sem not\u00edcias do marido, Anna vendeu todos os bens e migrou com os quatro filhos Marie, Robert, Marta e Ida. Os outros filhos do casal nascidos em Curitiba foram: Carlos, Alfredo, Oskar, Germano e Eduardo. Depois de conclu\u00edda a estrada de ferro, fixou-se em Curitiba, onde foi a\u00e7ougueiro (Wanke, 1993, p. 108).<\/p>\n<p>Segundo registros da imigra\u00e7\u00e3o, consultados no Arquivo Hist\u00f3rico de Joinville2, Guilherme Weigert e sua fam\u00edlia fizeram a viagem entre os continentes em menos de tr\u00eas meses, a bordo do navio Normen, saindo do porto de Hamburgo no ano de 1870 com destino ao Porto de Dona Francisca, em Santa Catarina.<\/p>\n<p>Todos os filhos do casal viveram em Curitiba e arredores, gerando descendentes. Havia d\u00favidas se Carlos que veio beb\u00ea no navio, e depois adotou a profiss\u00e3o de moleiro, era filho ou irm\u00e3o de Guilherme nas pesquisas realizadas por Eno T. Wanke (Wanke, 1993, p. 105). Devido \u00e0 disparidade de idades entre os supostos irm\u00e3os e demais registros de propriedades e casamentos encontrados, pressup\u00f5e-se que o irm\u00e3o imigrante foi de fato o j\u00e1 citado Carlos Weigert, morador do Umbar\u00e1.<\/p>\n<p>O Casamento de Carl Weigert e Emilie Othilia Peplow&nbsp; foi o 13\u00ba realizado no ano de 1893, no dia 11 de novembro. Constam registrados no livro os pais do noivo: Wilhelm Weigert e Rozina K\u00fchn; Os pais da noiva: Ferdinando Peplow e Dorothea Riens; Data de nascimento do noivo: 13 de dezembro de 1869, Breslau; data de nascimento da noiva: 28 de fevereiro de 1872 e testemunhas. Desta uni\u00e3o nasceram dez filhos, quatro deles falecidos ainda beb\u00eas, conforme registro de \u00f3bitos do Cemit\u00e9rio Luterano de Curitiba cujos pais est\u00e3o informados:<\/p>\n<p>&nbsp;&#8211; Olga Ida Emma Weigert, nascida em 09 de maio de 1894 e falecida em 11 de fevereiro de 1895.<br \/>\n&nbsp;&#8211; Gustav Hermann Weigert, nascido em 24 de abril de 1895 e falecido em 12 de julho de 1895.<br \/>\n&#8211; Ida Ammanda Weigert, falecida em 18 de janeiro de 1906, com quatro meses.<br \/>\n&#8211; Ottilie Weigert, falecida em 23 de julho de 1907, com quatro meses.<\/p>\n<p>Os outros seis filhos chegaram a fase adulta:<\/p>\n<p>&#8211; Germano (Hermann) Rodolfo Weigert, nascido em 09 de maio de 1896 e falecido em 18 de agosto de 1978.<br \/>\n&#8211; Carlos Ernesto (Ernest) Weigert, nascido em 19 de setembro de 1897 e falecido em 03 de agosto de 1972.<br \/>\n&#8211; Guilhermina (Willermine) Weigert, nascida em 1899.<br \/>\n&#8211; Rosa Weigert, nascida em 1900.<br \/>\n&#8211; Bertha Weigert, nascida em 27 de agosto de 1903 e falecida em 04 de maio de 1984.<br \/>\n&#8211; Helena Weigert, nascida em 20 de maio de 1908 e falecida em 01 de fevereiro de 1997.<\/p>\n<p>Todos se casaram, assim como os pais, na Igreja Luterana e o registro dos matrim\u00f4nios consta no Livro de Of\u00edcio &#8211; Casamento Livro 03:<\/p>\n<p>&#8211; 14 de junho de 1910: Heinrich (Henrique) Voss, (filho de Adolf e Margateth Voss) e Willermine (Guilhermina) Weigert.<br \/>\n&#8211; 28 de mar\u00e7o de 1920: Carlos Ernesto (Ernest) Weigert e Lydia Wanke (Ida Emma Wanke, filha de Robert Wake e Marie Wondler). Sem filhos.<br \/>\n&#8211; 24 de julho de 1920: Karl (Carlos) Voss (filho de Adolf e Margateth Voss) e Rosa Weigert.<br \/>\n&#8211; 22 de junho de 1921: Herman (Germano) Rodolfo e L\u00facia Adelaide Wanke (filha de Robert Wake e Marie Wondler). Desta uni\u00e3o nasceram quatro filhos, chegando tr\u00eas \u00e0 fase adulta, como ser\u00e1 descrito a seguir.<br \/>\n&#8211; 24 de julho de 1922: Rudney K\u00f6erbel e Bertha Weigert.<br \/>\n&#8211; 24 de outubro de 1925: Ernest (Ernesto) Becker e Helena Weigert. Tiveram tr\u00eas filhos.<\/p>\n<p>Na foto abaixo, o registro mais antigo em imagens da fam\u00edlia, est\u00e3o presentes as tr\u00eas irm\u00e3s de sobrenome Wanke, sentadas, com os respectivos maridos em p\u00e9 atr\u00e1s de cada uma delas, da esquerda para a direita: Artur Kormann (nascido em 1895), Carlos Ernesto Weigert e Germano Rodolfo Weigert, os dois \u00faltimos tamb\u00e9m irm\u00e3os. As mulheres: Herm\u00ednia Kormann (nascida em 1898), Lydia (Ida Emma) Weigert e L\u00facia Adelaide Weigert. A crian\u00e7a n\u00e3o foi identificada, mas pode ser um dos dois filhos do primeiro casal.<\/p>\n<figure id=\"attachment_8405\" aria-describedby=\"caption-attachment-8405\" style=\"width: 640px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-8405 size-large\" src=\"https:\/\/gazetadoabranches.com\/wp-content\/uploads\/2022\/07\/genealogia-001-1024x813.jpg\" alt=\"\" width=\"640\" height=\"508\" srcset=\"https:\/\/gazetadoabranches.com\/wp-content\/uploads\/2022\/07\/genealogia-001-1024x813.jpg 1024w, https:\/\/gazetadoabranches.com\/wp-content\/uploads\/2022\/07\/genealogia-001-300x238.jpg 300w, https:\/\/gazetadoabranches.com\/wp-content\/uploads\/2022\/07\/genealogia-001-768x610.jpg 768w, https:\/\/gazetadoabranches.com\/wp-content\/uploads\/2022\/07\/genealogia-001-1536x1220.jpg 1536w, https:\/\/gazetadoabranches.com\/wp-content\/uploads\/2022\/07\/genealogia-001-2048x1627.jpg 2048w\" sizes=\"auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-8405\" class=\"wp-caption-text\">Imagem da fam\u00edlia na d\u00e9cada de 1920. Acervo da fam\u00edlia<\/figcaption><\/figure>\n<p>Germano Rodolfo e Adelaide Lucia tiveram quatro filhos. A primeira, Irene Weigert, nascida em 13 de maio de 1922 faleceu no dia 14 de novembro do mesmo ano. A segunda foi, Izoldy Weigert, nascida em 17 de dezembro de 1923, falecida em 11 de junho de 2006, foi casada com Jos\u00e9 Bruzamolin, sem filhos. A terceira, Hilda Adelaide Weigert, nascida em 17 de mar\u00e7o de 1925, falecida em 29 de maio de 1996, foi casada com Carlos do Rego Barros. Ficou vi\u00fava precocemente e n\u00e3o tiveram filhos. O ca\u00e7ula foi Waldemar Carlos Weigert, nascido em 09 de setembro de 1929, falecido dia 20 de junho de 1999. Foi casado com Maria Ruth de Andrade Weigert, nascida dia 11 de outubro de 1929, falecida em 08 de novembro de 1999. Na imagem abaixo, possivelmente do in\u00edcio da d\u00e9cada de 1940, est\u00e1 o casal, Germano e Adelaide com os filhos, Izoldy, Waldemar e Hilda (em p\u00e9, da esquerda para a direita).<\/p>\n<figure id=\"attachment_8406\" aria-describedby=\"caption-attachment-8406\" style=\"width: 640px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-large wp-image-8406\" src=\"https:\/\/gazetadoabranches.com\/wp-content\/uploads\/2022\/07\/genealogia-002-1024x715.jpg\" alt=\"\" width=\"640\" height=\"447\" srcset=\"https:\/\/gazetadoabranches.com\/wp-content\/uploads\/2022\/07\/genealogia-002-1024x715.jpg 1024w, https:\/\/gazetadoabranches.com\/wp-content\/uploads\/2022\/07\/genealogia-002-300x210.jpg 300w, https:\/\/gazetadoabranches.com\/wp-content\/uploads\/2022\/07\/genealogia-002-768x536.jpg 768w, https:\/\/gazetadoabranches.com\/wp-content\/uploads\/2022\/07\/genealogia-002-1536x1073.jpg 1536w, https:\/\/gazetadoabranches.com\/wp-content\/uploads\/2022\/07\/genealogia-002-2048x1431.jpg 2048w\" sizes=\"auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-8406\" class=\"wp-caption-text\">Foto da fam\u00edlia. &#8211; Acervo fam\u00edlia<\/figcaption><\/figure>\n<p>Da uni\u00e3o de Waldemar e Ruth nasceram tr\u00eas filhos. O primog\u00eanito foi Wilmar, nascido em 02 de outubro de 1951. Wilson Weigert foi o segundo, nascido em 05 de agosto de 1954 e a ca\u00e7ula foi Wilc\u00e9lia, nascida em 22 de setembro de 1955. Todos geraram descendentes. Wilson Weigert casou-se com Eliane de F\u00e1tima Straiotto em 06 de julho de 1979. Tiveram dois filhos, Ivilyn, nascida em 30 de julho de 1981 e Giovanni, em 30 de maio de 1985, que foi o primeiro filho homem de sua gera\u00e7\u00e3o. Seus av\u00f3s, Waldemar e Maria Ruth passaram para ele ainda em vida a por\u00e7\u00e3o da propriedade com o moinho da fam\u00edlia, para que assim se preservasse o sobrenome Weigert ligado a este lugar.<\/p>\n<p>A Curitiba dos s\u00e9culos XVIII e XIX, um pequeno n\u00facleo urbano, era circundada por ch\u00e1caras respons\u00e1veis por grande parte de seu abastecimento de subsist\u00eancia, formando os \u201cCampos de Coritiba\u201d (KOTOVISKI, 2013, P. 15). A liga\u00e7\u00e3o com o n\u00facleo urbano principal era realizada por meio de caminhos, como a antiga Estrada do Mato Grosso, hoje Rua Comendador Ara\u00fajo, a Estrada de Santa Felicidade, a Estrada da Graciosa, que partia do Passeio P\u00fablico e a Estrada do Assungui, entre outras. Estes eixos de circula\u00e7\u00e3o de pessoas e mercadorias deram origem \u00e0s principais ruas de liga\u00e7\u00e3o do atual centro hist\u00f3rico aos bairros e Regi\u00e3o Metropolitana de Curitiba. A col\u00f4nia Assungui foi estabelecida pela Coroa Portuguesa em 1860, nas proximidades do Rio Ribeira, onde hoje se encontra o munic\u00edpio de Cerro Azul (GALLARZA, 2013, P. 13). A estrada original possu\u00eda extens\u00e3o de 98,593 quil\u00f4metros dividida em 11 se\u00e7\u00f5es de constru\u00e7\u00e3o e manuten\u00e7\u00e3o, segundo o \u201cRelat\u00f3rio Governamental da Prov\u00edncia do paran\u00e1 de 1866\u201d. \u201cO trecho que passava por Tamandar\u00e9 era um ramal mais antigo j\u00e1 utilizado como caminho no s\u00e9culo XVIII, ligado \u00e0 estrada oficial pela ponte do rio \u201cAr\u00eaas\u201d na divisa de Rio Branco do Sul com o quarteir\u00e3o curitibano de Tranqueira, seguindo pela estrada da Volta Grande por onde passava pelo Quarteir\u00e3o do Boixininga at\u00e9 a altura da Estrada Colombo-Botiatuba, onde seguia para cruzar o Quarteir\u00e3o do Botiatuba, onde acabava na prec\u00e1ria ponte sobre o rio Barigui, na atual regi\u00e3o do Tabo\u00e3o seguindo pelo caminho que deu origem a rua Mateus Leme em Curitiba at\u00e9 o Largo da Ordem que era o centro da capital na \u00e9poca (KOTOVISKI, 2013, P. 254).<\/p>\n<p>A regi\u00e3o provavelmente ficou conhecida como Tabo\u00e3o devido \u00e0s t\u00e1buas grossas de madeira que foram utilizadas para construir as pioneiras pontes do s\u00e9culo XVIII e que constantemente eram levadas pelas enchentes. Esta denomina\u00e7\u00e3o \u00e9 um ergotop\u00f4nimo derivado da express\u00e3o: \u201cVamos passar pelo tabo\u00e3o\u201d (KOTOVISKI, 2013, P. 147).<\/p>\n<figure id=\"attachment_8407\" aria-describedby=\"caption-attachment-8407\" style=\"width: 640px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-8407 size-large\" src=\"https:\/\/gazetadoabranches.com\/wp-content\/uploads\/2022\/07\/1948-001-1024x636.jpg\" alt=\"\" width=\"640\" height=\"398\" srcset=\"https:\/\/gazetadoabranches.com\/wp-content\/uploads\/2022\/07\/1948-001-1024x636.jpg 1024w, https:\/\/gazetadoabranches.com\/wp-content\/uploads\/2022\/07\/1948-001-300x186.jpg 300w, https:\/\/gazetadoabranches.com\/wp-content\/uploads\/2022\/07\/1948-001-768x477.jpg 768w, https:\/\/gazetadoabranches.com\/wp-content\/uploads\/2022\/07\/1948-001-1536x954.jpg 1536w, https:\/\/gazetadoabranches.com\/wp-content\/uploads\/2022\/07\/1948-001-2048x1273.jpg 2048w\" sizes=\"auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-8407\" class=\"wp-caption-text\">Foto fam\u00edlia &#8211; d\u00e9cada de 60<\/figcaption><\/figure>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Colabora\u00e7\u00e3o: <b>Ivilyn Weigert&nbsp;<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O antigo moinho da fam\u00edlia Weigert, constru\u00eddo aproximadamente em 1890, est\u00e1 localizado \u00e0s margens do Rio Barigui na divisa dos munic\u00edpios de Curitiba e Almirante Tamandar\u00e9 e durante muito tempo foi procurado por aqueles que precisavam de farinha de milho. 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A edifica\u00e7\u00e3o faz parte de um complexo de antigas casas e pequenos com\u00e9rcios cujos remanescentes arquitet\u00f4nicos delimitam o panorama preservado, integrados ao meio natural. 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